Geleia de uva sem açúcar

7 de novembro de 2018


Cá em casa nada se estraga. Sobrou quinoa, come-se no dia seguinte ou fazemos papas, pão duro vira tostas para petiscar, legumes a ficarem com má cara fazem sopa, fruta madura torna-se compota ou então num belo crumble.
A comida é demasiado sagrada para ser jogada fora, a sua produção passou por muitas pessoas, consumiu recursos e tempo, não temos o direito de deitar no lixo algo tão precioso.


"Para quê este discurso moralista?" - estão vocês a perguntar.
Porque esta receita nasceu exactamente de aproveitar uma grande caixa de uvas que não sendo usadas ou comidas rapidamente, iriam acabar no lixo.
A minha cabeça pensou em mil coisas que se pudessem fazer, mas acabariam sempre por sobrar demasiadas uvas, a não ser claro, se eu fizesse geleia.
Já tinha provado geleia de uva algures no tempo, e tinha adorado, o difícil agora seria reproduzir essa geleia numa versão saudável.
Acabou por não ser assim tão complicado, a uva é naturalmente doce, não há necessidade de acrescentar mais, com paciência e cozinhando em lume brando conseguimos extrair toda a doçura necessária. No final, com as sementes de chia conseguimos a textura de geleia que procuramos.
É sem dúvida uma das geleias preferidas cá em casa, já repetida várias vezes nos últimos tempo. 


Geleia de uva
(rende um frasco)

600g de uvas
3 colheres de chá de sementes de chia
1 colheres de chá de stevia (opcional)


Coloque as uvas num tacho tapado e deixe-as a cozinhar em lume brando durante 20-30 minutos.
Durante o processo vá mexendo as uvas e com uma colher ou um garfo vá rebentando os bagos para que larguem todo o sumo.
Ao final deste tempo, apague o lume e rebente todos os bagos que faltarem rebentar.
Para descartar as cascas e as grainhas passe o sumo através de um passador de rede e vá esmagando com um garfo ou um pilão de modo a aproveitar o máximo que conseguir.
Nesta altura deve ter cerca de 250 ml de sumo.
Coloque o sumo sem grainhas e sem cascas de novo no tacho e volte a ferver com as sementes de chia durante 15 minutos, se desejar acrescente uma colher de stevia ou outro adoçante.
Retire do lume. Se quiser passe com a varinha mágica.
Coloque num frasco e deixe arrefecer.
Coloque no frigorífico, consuma dentro de 2 semanas.


Beringelas no forno- o vídeo!

2 de outubro de 2018


A primeira vez que fazemos alguma coisa nunca esquecemos, pois não?
Não poderia esquecer a primeira receita que coloquei no blogue: fatias de beringela com molho de tomate.
Esta receita não só serviu para inaugurar o blogue como ainda hoje se mantém uma das mais confeccionadas cá em casa.
É deliciosa, super prática e daquelas comidas que podemos fazer em dose industrial porque fica bem aquecida ou congelada.


 É uma receita muito adaptável, podemos usar tofu ou requeijão, queijo de vaca ou queijo vegetal, pão ralado ou não. Servido com uma salada, este é um prato bastante completo e que pode ser consumido por qualquer um.
É por tudo isto que tinha que fazer um video desta receita, assim mostro o quanto é fácil fazer o meu prato favorito com beringelas.


Aqui podem ver o vídeo, e não se esqueçam de subscrever o canal do Youtube para ver esta e mais receitas!




Beringelas com molho de tomate
(Para 2 pessoas)

1 beringela cortada em fatias
azeite
sal
requeijão ou tofu esmagado q.b.
pão ralado q.b.
queijo ralado q.b.


Para o molho de tomate:
3 tomates
½ cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
azeite
oregãos
tomilho
sal
pimenta

Comece por cortar a beringela às fatias e colocá-las num recipiente com sal grosso durante 20 minutos. Desta forma não ficam amargas.

Entretanto faça o molho de tomate. Faço o meu de uma forma bem simples: junto tudo partido aos bocadinhos, sem refogar, e deixo cozinhar até estar apurado. Se necessário passo ligeiramente com a varinha mágica. No final acerto os temperos e junto os oregãos e o tomilho.

Acenda o forno a 180ºC.
Depois de estarem com sal 20 minutos, lavar bem as rodelas de beringela e secá-las com papel de cozinha. Pincelá-las com azeite e levar ao forno 15 minutos.

Num tabuleiro, colocar um pouco de molho de tomate, uma camada de beringelas e uma de requeijão/tofu esfarelado. Outra camada de molho de tomate, seguida de uma de beringelas e depois o tofu/requeijão. O número de camadas varia com o gosto de cada um. Terminar com queijo ralado (vaca ou vegan) e polvilhar com pão ralado.

Vai ao forno cerca de 20 a 30 minutos.

Servir com salada, caso esteja numa dieta baixa em hidratos de carbono ou simplesmente se quer uma refeição leve. Para os que preferem mais qualquer coisinha, sugiro massa salteada com alho e mangericão.



Bolas de berlim vegan

2 de setembro de 2018


Fãs das bolas de Berlim, alegrem-se!
Se não conseguem passar ao lado deste bolo nas pastelarias, ou se na praia a vossa cabeça levanta da toalha de cada vez que ouvem " BOLINHAS", então esta receita é para vocês.
Não é uma receita que faria para mim, que não me lembro de alguma vez ter comprado este bolo, excepto depois de um banho na praia, e sem creme por favor!


Esta receita é um pedido da Maria Carolina que não quis deixar de aproveitar a rubrica "Adapta a minha receita" que criei para o blogue.  O pedido já foi feito há alguns meses, mas devo confessar que este foi sem dúvida o maior desafio culinário que já me lançaram.
A verdade é que por muito que nos esforcemos, bolas de Berlim saudáveis não podem existir se as fritarmos. Vegan, sem glúten, sem açúcar...não interessa, tudo fica estragado se as enchermos de óleo!
O grande problema coloca-se aí, porque mesmo confeccionadas com a massa normal, se forem feitas no forno, as bolas de Berlim deixam de ser as Bolas de Berlim. A fofura da massa, como a conhecemos, é dada pela fritura e caso sejam feitas no forno ficam com uma textura tipo brioche.
Já perdi a conta às inúmeras versões de bolas de Berlim que fiz, estive mesmo para desistir.
No entanto, esta última versão convenceu-me e convenceu os apreciadores.
Se são iguais às outras? Não, tal como disse, sem fritura aquela textura é impossível atingir, mas que são boas, visualmente apelativas e semelhantes, disso não tenho dúvidas.
Honestamente, para mim que não sou uma fã das normais, até prefiro estas.
A massa é óptima e fofa apesar de ser feita no forno. Além disso com um pequeno truque consegui ainda criar o efeito do açúcar por cima.  O creme, apesar de não ser feito com ovos, é delicioso, mas pode ser usado qualquer outro creme que prefira.
Se gosta de bolas de Berlim, mas não suporta a ideia de comer uma bola de gordura e açúcar, experimente estas. 
Estou ansiosa pelo vosso feedback!


Se tal como a Maria Carolina também tem uma receita que gostaria de ver ser adaptada a uma versão mais saudável, veja aqui como pode fazer.


Bolas de Berlim vegan 
( rende 4 a 5 bolas)

Para as bolas:

100g de xilitol
60g de óleo de coco à temperatura ambiente
125 ml de bebida vegetal  (sem açúcar)
160g de farinha de espelta integral
1/2 c. chá de canela em pó
1 c. de chá de fermento para bolos

Bater o xilitol com o óleo de coco.
Juntar o leite, a farinha, o fermento e a canela.
Bater tudo.
Distribuir a massa pelos aros de metal ou de papel de alumínio. ( veja em baixo no vídeo como fazer os seus)
Levar ao forno durante 25-30 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer uns minutos.
Com cuidado desenforme as bolinhas.
Pincele com óleo de coco e role as bolinhas pelo xilitol.
Deixe-as arrefecer completamente.

Creme de pasteleiro vegan

30g de amido de milho
250 ml de bebida vegetal (não adoçada)
30g de xilitol
1/2 c. chá de baunilha
1 pitada de curcuma (opcional, só para dar um tom amarelo)

Fora do lume, misture muito bem todos os ingredientes num tacho, com a ajuda de uma vara de arames.
Leve ao lume médio e mexa sempre até começar a a ferver e engrossar.
Deixe cozinhar alguns minutos, até estar no ponto que lhe agrade.
Retire, reserve e deixe arrefecer.

Para rechear as bolas:
Depois de as bolas e o creme estarem frios, faça um corte ao meio das bolas (com cuidado) e recheie com o creme.
As que sobrarem devem ser guardadas no frigorífico.






Panna Cotta vegan de morango ( sem açúcar, sem glúten). Vegan strawberry panna cotta (sugar and gluten free)

9 de agosto de 2018

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Dizia-me o Zé num dia destes, que sentia falta de uma sobremesa de colher, daquelas fresquinhas para esta altura do ano. No mesmo dia oiço a minha mãe a comentar o mesmo! Parece que se gerou uma espécie de conspiração e eu como "doceira" oficial cá do sitio, senti-me tocada.  A verdade é que este ano não tem havido muitas sobremesas por aqui. Não sei se por o calor ter teimado em não chegar, se por falta de tempo ou simplesmente porque não me tenho lembrado.
Saiu então uma panna cotta  vegan de morango para agradar a todos. Bem bonita, bem fresca, bem própria desta altura do ano mas que fica bem em qualquer outra.


A fruta eleita foram os morangos mas podia ter escolhido cerejas, framboesas ou até mirtilos, qualquer fruta fica bem. 
Bem sei que a verdadeira panna cotta é feita com natas,  mas o leite de coco (da lata) é uma excelente alternativa,  bem mais saudável e sem lactose . 
A agar-agar em pó substitui a gelatina animal e aconselho todos a terem em casa porque é muito versátil e hoje em dia também já é muito fácil encontrar à venda. 
É uma sobremesa linda, delicada, deliciosa e sobretudo muito saudável.




Panna cotta vegan de morango
(rende 4 )

400ml de leite de coco
70g de morangos
30g de xilitol
1/2 colher de chá de agar-agar em pó

Molho de morangos:
120g de morangos
2 colheres de sopa de xilitol

Para fazer a panna cotta: junte os morangos com o leite de coco e pique tudo na picadora ou com a varinha mágica. Coe através de um coador.
Junte o xilitol e o agar-agar, misture tudo e leve ao lume. Deixe ferver durante 3 minutos, mexendo sempre. Retire do lume e coloque em ramekins de porcelana.
Coloque no frigorífico pelo menos 4 horas.

Para fazer o molho: leve ao lume os morangos e o xilitol até ferver. Retire, pique com a varinha mágica e reserve.

Desenforme as panna cotta com a ajuda de uma faca e sirva com o molho de morangos.


Recipe in English


Vegan strawberry panna cotta
(serves 4)

1 can full-fat coconut milk
70g of strawberries
1/2 teaspoon agar powder
30g of xylitol

Strawberry sauce
120g of strawberries
2 tablespoons of xylitol

Add strawberries together with the coconut milk in a blender and blend until smooth. Strain to remove strawberries seeds.
Whisk in the agar powder and xylitol and bring it to a boil. Let it simmer for 2-3 minutes, then fill the mixture into small glass or porcelain containers.
Let them sit in the fridge overnight.
For the strawberry sauce simmer the strawberries together with xylitol in a small pot and mash the strawberries.
To serve, go around the edges of the panna cotta with a knife until you can take it out of the form. Top with the strawberry sauce.

Sopa de tomate super leve

11 de julho de 2018


Se há coisa que o Verão tem de bonito são as inúmeras cores das frutas e legumes que se espalham pelas bancas dos mercados.
A variedade é enorme e o difícil é escolher. É nesta altura também que os tomates começam a estar no seu auge e surgem imensas variedades, cada uma mais bonita que outra. Adoro vê-los tão vermelhinhos, suculentos, e gosto mais ainda de os comer crus, como uma maçã ou partidos a meio com um pouco de sal como o meu avô me costumava dar.

Também chegámos àquela altura do ano em que as sopas perdem o seu encanto (pelo menos para mim) o que dificulta bastante os jantares apressados.
Mas há uma sopa que fica bem em qualquer época: a sopa de tomate. Quente ou fria, esta sopa é óptima, leve  e diferente das restantes. Agora é tempo de aproveitar os tomates mais sumarentos e comê-la vezes sem conta. O tomate de lata pode deixá-la mais vermelha mas o sabor não se compara à sopa feita com o tomate da época


Sopa de tomate

1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
2 colheres de sopa de azeite
4 tomates médios frescos picados
2 folhas de manjericão frescas
sal
pimenta
água q.b.

Numa panela refogue ligeiramente os alhos e a cebola no azeite.
Junte os tomates picados e as folhas de manjericão.
Deixe cozinhar até os tomates libertarem todo o sumo.
Tempere com sal e pimenta.
Passe tudo com a varinha mágica até fazer um puré.
Acrescente água aos poucos até obter a consistência desejada.
Ferva mais uns minutos.
Sirva quente ou fria e decore com folhas de manjericão.














Pão de trigo sarraceno sem glúten- vídeo

20 de junho de 2018


Olhando para as estatísticas do meu blogue, verifiquei que durante meses seguidos esta receita de pão sem glúten foi uma das mais vistas.
Não é algo que me espante. Percebo a dificuldade em encontrar pães sem glúten saborosos, com boa textura e que não contenham ingredientes difíceis de encontrar.
Este pão não é igual aos que estamos normalmente habituados, em relação a isso não vou mentir, ainda assim, para o seu grau de complexidade (que é zero) e para o tempo que demora a fazer, é uma alternativa muito boa , económica e sem grandes complicações.
Acho que a isso se deve o seu grande sucesso e daí eu ter feito um vídeo para poder mostrar o quanto realmente é fácil de fazer.
Espero que gostem e que vos entusiasme a fazer o próprio pão sem glúten.

Ah, e não se esqueçam de passar no meu canal do Youtube, onde podem ver este e outros vídeos!






Pão sem glúten de trigo sarraceno

170g de mistura de farinhas sem glúten para pão (eu uso esta)
140g de farinha de trigo sarraceno
10g de fermento para bolos
1 colher de chá de sal marinho, mal cheia
1 colher de xilitol ou outro adoçante que prefira
1 ovo
200ml de leite de soja ou arroz
100ml de óleo de girassol (de boa qualidade!!!)
sementes q.b. (opcional)

Pré-aqueça o forno a 180º.
Prepare uma forma de bolo inglês com cerca de 20 cm.
Numa tigela misture os ingredientes secos: as farinhas, o sal, o fermento e o xilitol.
Bata o ovo com um garfo e junte-o no preparado das farinhas. Junte o óleo e o leite.
Bata com a batedeira.
Coloque na forma , alise a superfície e salpique com sementes.
Leve ao forno cerca de 40 minutos, até estar cozido.
Coloque a arrefecer numa rede antes de partir.


Bolo vegan com creme de chocolate

5 de junho de 2018


Desde que criei a rubrica "Adapta a minha receita", que tenho recebido imensos pedidos para adaptar para uma versão mais saudável as comidas preferidas de imensas pessoas.  De facto, os pedidos têm sido bastante engraçados e diga-se de passagem, bem desafiantes. Infelizmente não consegui ainda adaptar todos eles, mas descansem os interessados que eu não estou esquecida!




Este em particular foi um pedido que me estimulou imenso e não descansei enquanto não consegui a versão perfeita. A Cláudia pediu-me um bolo para a festa de aniversário do filho. Queria um bolo vegan e com um creme que pudesse ser trabalhado com o saco de pasteleiro. 
Bolos fofos sem ovos e que não difiram muito dos convencionais não são tarefa fácil,  que o diga quem já tentou fazer. A coisa fica ainda mais complicada quando o público são crianças, desejosas de comer uma fatia de bolo guloso e cheio de sabor depois de uma tarde de brincadeira. Assim,  o sabor escolhido foi o chocolate e optei por utilizar farinha de espelta branca para que  o bolo ficasse mais fofo.
O resultado é um bolo delicioso com camadas de um creme de chocolate irresistível.  A Cláudia ficou feliz e o bolo foi um sucesso na festa. Afinal, até em ocasiões especiais podemos comer algo mais saudável.  


Tanto o bolo como o creme são bastante adaptáveis e podem inclusive ser utilizados noutras receitas.
Fiz várias experiências com farinhas e adoçantes diferentes e esta foi a versão que mais me agradou e me pareceu mais perto daquilo a que estamos habituados em bolos de festas. Contudo, pode ser ainda mais saudável se utilizarmos uma farinha integral.
Aconselho que se leia bem toda a receita porque tem alguns truques e detalhes que podem fazer diferença no resultado final.
Bolo vegan com creme de chocolate

Para o bolo
( para uma forma de 20cm de diâmetro)

250ml de leite vegetal (arroz, soja, amêndoa...)
1 colher de sopa de vinagre
220g de farinha de espelta branca PENEIRADA ou farinha de trigo T65
1/2 colher de chá de sal
1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de fermento para bolos
120g de xilitol ou açúcar de coco
50ml de óleo de girassol (de boa qualidade)
1 colher de chá de baunilha

Ligue o forno a 180ºC.
Numa tigela misture o leite com o vinagre e deixe descansar 10 minutos.
Noutra tigela misture a farinha peneirada, o fermento e o bicarbonato.
Noutra taça bata o óleo com o açúcar .
Junte a mistura da farinha, alternando com a do leite.
Não bata demasiado.
Coloque numa forma forrada com papel vegetal e barrada com óleo de coco.
Leve ao forno durante 25-30 minutos.
Retire, deixe arrefecer e só depois desenforme.

Creme
200ml de natas de coco
150g de chocolate 70% cacau
50g de xilitol
1/2 colher de chá de baunilha

Derreter tudo em banho maria até todos os ingredientes se misturarem bem.
Colocar numa tigela e levar ao frigorífico até estar firme, mas de modo que ao tocar no meio, o creme ceda ligeiramente.
Neste ponto, retirar do frigorífico e deixar à temperatura ambiente durante 15 minutos.
Bater com a batedeira de modo a obter um creme fofo.
Está pronto a usar.

NOTAS
- Para este bolo fiz 3 vezes a receita para ficar com 3 camadas. Pode fazer só duas se preferir.

- Não utilizo açúcar, prefiro xilitol, mas  quem quiser pode usar açúcar de coco.

- Experimentei com farinha integral mas achei o bolo pesado, com a farinha de trigo branca foi a versão mais leve, no entanto nutricionalmente prefiro a de espelta, mesmo que seja branca.

- Dependendo do tamanho do bolo que se quer, talvez seja necessário dobrar a receita do creme.

- Pode fazer as suas natas de coco colocando a  lata do leite de coco no frigorífico durante a noite, e no dia seguinte utilizar apenas a parte mais espessa. No entanto não é fácil encontrar um leite de coco que sirva para este processo, por isso pode  jogar pelo seguro e utilizar o creme de coco. Já experimentei várias marcas, e infelizmente, apesar de não ser biológico, este é o que melhor funcionou.