Bolo de cenoura vegan com creme de caju

14 de abril de 2019


A chegada da Páscoa para mim é aquele marco que significa que o Inverno finalmente se foi e a Primavera está  a dar os primeiros passos. É o renascer das flores e folhas nas árvores, os campos estão cobertos de ervas de um verde vibrante, surgem as primeiras borboletas e até nas pessoas se nota um  ânimo diferente.
De facto, a Primavera tem uma energia ascendente, basta observar o que nos rodeia e sentirmos o nosso corpo. Se repararmos bem, é isto que celebramos na Páscoa: a morte e o renascimento. Não interessa se somos ou não religiosos, esta é uma celebração transversal a muitos credos e culturas. 
Este ano celebro a Páscoa com este maravilhoso bolo de cenoura com creme de caju
A massa do bolo é deliciosa, húmida e feita com farinha de espelta integral. O uso de puré de maçã e da cenoura ralada faz com que os ovos não sejam necessários, tornando este bolo vegan.
O creme de caju é qualquer coisa do outro mundo e combina na perfeição com a massa do bolo. Não é obrigatório , mas garanto que não se arrependem se o fizerem. É uma excelente alternativa aos cremes que normalmente se usam paa cobrir os bolos.
Seja para a Páscoa ou para outra ocasião ou apenas porque lhe apetece, não deixe de experimentar este bolo.





Bolo vegan de cenoura com creme de caju

Bolo
240g de cenoura ralada
240g de geleia de agave
100g de puré de maçã sem açúcar (caseiro ou de compra)
50ml de azeite
300g de farinha de espelta integral 
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento para bolos
2 colheres de chá de canela em pó
1/2 colher de chá de gengibre em pó
1 pitada de sal
30g de amêndoas picadas

Ligue o forno a 180ºC.
Prepare um forma com 16 cm de diâmetro, forrando o fundo com papel vegetal.
Numa tigela misture as cenouras raladas, a geleia de agave, o puré de maçã e o azeite.
Noutra tigela misture os ingredientes secos: a farinha de espelta, o bicarbonato, o sal, o fermento, as especiarias e as amêndoas picadas.
Junte o conteúdo das duas tigelas e bata tudo.
Coloque a massa na forma e alise a superfície.
Leve ao forno durante cerca de 60 minutos ou até o bolo estar cozido no centro.
Retire do forno, deixe arrefecer e só depois desenforme.

Creme de caju
300g de cajus ao natural
água q.b.
50ml de geleia de agave
120-150ml de leite de aveia ou outro que prefira
1 colher de chá de extracto de baunilha
1/2 colher de chá de canela em pó
1 pitada de sal fino

Coloque os cajus de molho com o dobro do volume da água pelo menos durante 2 horas ou então coloque no frigorífico e deixe ficar de um dia para o outro.
Coe a água dos cajus utilizando um passador e lave-os com água corrente. Deixe escorrer bem.
Coloque todos os ingredientes na picadora, excepto o leite, e pique até obter uma pasta.
Junte o leite pouco a pouco e pique até obter uma consistência cremosa suave e fácil de barrar.
Leve ao frigorífico.

Para montar o bolo
Corte o bolo em 2 ou 3 partes iguais.
Barre cada parte com o creme de caju e sobreponha-as.
Com o restante creme barre as laterais do bolo e o topo.
Pode decorar com amêndoas picadas.
Deixe no frigorífico até servir.


Bolas de Abóbora (vegan e sem glúten)

27 de fevereiro de 2019


Tenho a certeza que vão gostar tanto destas bolinhas como eu, por isso resolvi fazê-la em vídeo (finalmente um novo vídeo!)
Como vão poder ver, esta receita não podia ser mais fácil de fazer. Uma vez a abóbora estando assada, basta misturar tudo. Este é o tipo de receita que gosto de partilhar porque mostra que comida saudável não tem que ser complicada e cheia de ingredientes com nomes complicados.  
   

Aproveite para assar a abóbora quando acender o forno para fazer um bolo ou um assado, depois é só juntar tudo na picadora e já esta!
Estas bolinhas são extremamente versáteis: podemos comê-las numa refeição , servi-las como entrada, comer quentes, comer frias, levar para o trabalho, congelar...
Pode fazer com elas o que quiser. Os temperos também podem variar. No vídeo mostrei uma versão básica, mas pode usar outros como paprica fumada, molho de soja ou caril, fica ao seu critério.





Bolas de abóbora
(rende cerca de 15 bolinhas)

2 chávenas de chá de abóbora partida em quadrados
azeite
1 chávena de chá se salsa ou coentros picados
60g de farinha de aveia
10 amêndoas
1 colher de chá de alho em pó
paprica fumada (opcional)
sal
pimenta
pão ralado ou farinha de tapioca

Ligue o forno a 180ºC.
Coloque os quadrados de abóbora num tabuleiro, regue com azeite e leve ao forno durante 30-40 minutos ou até estarem macios.
Retire do forno e deixe arrefecer.
Coloque os quadrados de abóbora na picadora e junte os restantes ingredientes.
Pique tudo até obter uma pasta.
Prove e verifique os temperos.
Se a pasta estiver muito mole coloque um pouco mais de farinha de aveia.
Com a ajuda de duas colheres, faça bolinhas  e passe-as por pão ralado ou farinha de tapioca.
Leve as bolinhas a assar no forno por 20 minutos, rodando-as a meio do tempo.
Retire, sirva quentes ou frias com o seu molho preferido.

VEJA O PASSO A PASSO NO VÍDEO  E SIGAM-ME NO MEU CANAL DO YOUTUBE!










Batata doce recheada para o pequeno almoço

21 de janeiro de 2019


Desengane-se quem pensou que este blogue tinha desaparecido com a chegada do novo ano ;) 
Apesar de não ser colocada nenhuma receita há bastante tempo, ainda está vivo, de boa saúde e cheio de novos projectos.
De facto, a série de mil coisas que estão a acontecer ao mesmo tempo na minha vida são o motivo deste desaparecimento.


Não sou pessoa de fazer resoluções de Ano Novo, não acho que seja necessário a chegada de um novo ano para se mudar , começar ou resolver o que quer que seja. Se é para fazer, faz-se, não interessa a altura do ano. No entanto, desta vez resolvi que tinha que mudar o meu pequeno almoço que nos últimos meses estava a ser demasiado repetitivo.
Gosto que o pequeno almoço varie, todos devíamos ter esse cuidado, mas exactamente por causa da loucura que tem sido a vida, há meses que me tornei "preguiçosa" e não passava do mesmo.

Eventualmente, se calhar até por estar a ser preguiçosa, "descobri" que comer batatas doces de manhã que tinham sobrado do dia anterior, era um pequeno almoço que rondava a perfeição.
Esta receita que hoje trago, é mais uma ideia que uma receita, mas não podia deixar de partilhar.
Bem sei que alguns dirão que não é nada de especial, mas também sei que muitos, tal como eu, anda não se tinham apercebido que a batata doce é qualquer coisa de fantástico comida desta forma.


Alem de delicioso, este pequeno almoço é muito saudável. A batata doce é muito rica em fibras que atrasam a absorção dos açúcares  além de nos darem a sensação de saciedade durante muito mais tempo. Comê-la ao pequeno almoço é uma óptima opção porque dá-nos energia para a manhã e uma dose extra de vitaminas antioxidantes (Vitaminas A, C e E) que entre outras coisas ajudam a estimular o nosso sistema imunitário.
Coma-a directamente da casca ou se preferir coloque a polpa numa taça, os toppings são ao seu gosto, mas não deixe de incluir a manteiga de amendoim, fazem uma dupla incrível.


Batata doce recheada 

batata doce assada com a casca ( 1 a 2 por pessoa)

Toppings ( à escolha)
manteiga de amendoim
coco ralado
nozes, amêndoas, avelãs
aveia
sementes
canela em pó
geleia de arroz / mel
.....

Abra ao meio a batata doce assada morna ou fria ou então retire a polpa para uma taça.
Coloque os toppings que escolheu por cima e delicie-se!


Bolo Inglês (vegan, sem açúcar)

17 de dezembro de 2018


A rubrica "Adapta a minha receita" tem andado parada por aqui, é verdade, reconheço. Não por falta de pedidos, que estão sempre a chegar, nem por falta de vontade, é mesmo falta de tempo...
Este pedido foi um dos primeiros que me fizeram quando criei esta rubrica, no entanto só agora o estou a publicar. 
A Ângela, pediu-me uma receita de Bolo Inglês, o seu bolo preferido, como me disse.  Quando o li, levei as mãos à cabeça! Bolo Inglês?! Eu nunca comi! 
É verdade, conheço-lhe a forma, a imagem, mas foi bolo que nunca provei nem nunca vi na minha casa.  Não podia no entanto falhar à Ângela e a um pedido tão amoroso. 
Corri metade de Lisboa à procura de um Bolo Inglês fora de época, tinha que comprar para perceber como era, o que levava, como era a textura. 


Confesso que finalmente depois de provar um Bolo Inglês, não fiquei fã, no entanto fiquei a saber que era bolo com uma grande legião de adeptos. E eu que pensava que só se punha bolo inglês na mesa de Natal porque era bonito...
Esta versão vegan, sem açúcar refinado, sem as frutas cristalizadas e com farinha de espelta integral, fez bastante sucesso, mesmo entre os fãs do dito bolo. Para mim é ainda melhor e fará parte da nossa mesa de Natal este ano.



Conseguir a textura do bolo inglês é difícil, estamos a falar de um bolo em que a quantidade de manteiga é absurda, por isso não foi fácil obter uma receita com a suavidade que esta lhe dá. Fora a manteiga, a quantidade de açúcar também não lhe fica atrás, aqui valeu-me o fiel xilitol, mas quem quiser pode usar açúcar de coco, apesar de alterar o sabor.
As frutas cristalizadas que caracterizam este bolo, obviamente também têm que ficar de fora numa versão saudável. As frutas desidratadas como as tâmaras, passas, figos, alperces, já são suficientemente doces.
Aconselho mesmo a quem não gosta de Bolo Inglês a experimentar esta versão. É um bolo delicioso,  que fica bem mesmo fora da época da Natal.

SE TAMBÉM QUER AJUDA PARA TORNAR UMA RECEITA TRADICIONAL NUMA VERSÃO MAIS SAUDÁVEL, VEJA AQUI COMO PARTICIPAR NA RUBRICA "ADAPTA A MINHA RECEITA"



Bolo inglês vegan e sem açúcar

60g de óleo de coco
80g de xilitol
1 colher de sopa de moscatel ou vinho do porto
180ml de leite vegetal
1 colher de sopa de sumo de limão
100 g de fruta desidratada partida ( figos secos, alperces, tâmaras, passas, ameixas....)
1 pitada de sal
1 e 1/2 colheres de chá de fermento para bolos
220g farinha de espelta integral

Numa tigela pequena junte o sumo de limão com a bebida vegetal. Reserve.
Ligue o forno a 180ºC .
Forre o fundo de uma forma de bolo inglês com papel vegetal e unte-a com óleo de coco.
Misture os frutos secos partidos com 1 colher de chá de farinha para que não fiquem no fundo da forma.
Numa taça bata o óleo de coco (mole mas não líquido) com o xilitol.
Junte o vinho do Porto .
Junte a farinha e o fermento e bata com a batedeira.
Acrescente os frutos partidos e envolva-os com a colher de pau.
Coloque a massa na forma.
Leve a cozer durante 50-60 minutos, ou até o centro do bolo estar cozido.
Se necessário a meio da cozedura tape com folha de alumínio para não queimar.
Retire, deixe arrefecer e só depois desenforme.
Pincele com geleia de arroz ou de agave , coloque as frutas partidas por cima e polvilhe com xilitol em pó.

NOTAS:
-Pode usar-se farinha de trigo integral.
-As frutas secas são sem açúcar!
-Para fazer o xilitol em pó, basta colocá-lo na picadora e picar até obter a textura.
-Usei uma forma de bolo inglês média, se usar das grandes dobre a receita




Cogumelos estufados

2 de dezembro de 2018


Enquanto estou a escrever esta nova entrada no blogue, oiço a chuva a cair em todo o seu esplendor e o vento a bater na janela do quarto. Em dias como este, morar num sexto andar pode-nos fazer pensar que o Mundo vai desabar. É daqueles dias que a grande maioria das pessoas diria que não há melhor que estar no sofá aconchegadinho entre mantas felpudas. A grande maioria, porque eu com  a minha mente inquieta (e espero que mais uns quantos), não alinhamos nessas coisas. Até mesmo nestes dias prefiro estar fora de casa e, caso esteja, o sofá não chama por mim.
Mesmo cheia de mantas e robes que arrasto comigo, arranjo sempre coisas para fazer, receitas para inventar, arrumações ou alguma coisa para acabar daquelas que vão ficando na lista de espera.


Ainda assim, confesso que no final do dia é reconfortante ficar sentada (com o robe e as mil mantas), a saborear uma refeição aconchegante, quentinha, daquelas com sabor a dias de Inverno.
Esta é uma dessas receitas, os amantes de cogumelos vão adorá-la tanto como eu. Enquanto saboreio este estufado, a imagem que me surge é uma cabana de madeira num bosque, com uma chaminé a fumegar, enquanto lá dentro se cozinha na lareira num tacho de barro os cogumelos acabados de apanhar.
É um prato que nos aquece, muito proteico, cheio de nutrientes mas baixo em calorias, típico dos pratos feitos com cogumelos. Não deixe de o experimentar com os cogumelos que mais gostar e para completar o quadro, sirva-o com arroz preto ou vermelho, fica soberbo.


Cogumelos estufados

1 cebola média picada
4 dentes de alho picados
60ml de vinho tinto
1 colher de sopa de farinha de arroz ou outra que prefira
2 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de sopa de ervas da Provence
500g de cogumelos cortados em lâminas
2 colheres de chá de molho de soja
1 chávena de chá de água
azeite q.b.
sal
pimenta
salsa picada para guarnecer

Saltear no azeite o alho picada e a cebola.
Juntar o vinho e deixar cozinhar até não haver liquido.
Juntar a farinha de arroz e misturar bem com a colher.
Adicionar a polpa de tomate. Cozinhar durante 3 minutos.
Juntar os cogumelos, o molho de soja, a água e as ervas da Provence.
Temperar com sal e pimenta.
Deixar cozinhar durante cerca de 10 minutos, até o molho ficar espesso.
Verificar os temperos.
Guarnecer com salsa picada.


Geleia de uva sem açúcar. Sugarfree grape jelly

7 de novembro de 2018


Cá em casa nada se estraga. Sobrou quinoa, come-se no dia seguinte ou fazemos papas, pão duro vira tostas para petiscar, legumes a ficarem com má cara fazem sopa, fruta madura torna-se compota ou então num belo crumble.
A comida é demasiado sagrada para ser jogada fora, a sua produção passou por muitas pessoas, consumiu recursos e tempo, não temos o direito de deitar no lixo algo tão precioso.


"Para quê este discurso moralista?" - estão vocês a perguntar.
Porque esta receita nasceu exactamente de aproveitar uma grande caixa de uvas que não sendo usadas ou comidas rapidamente, iriam acabar no lixo.
A minha cabeça pensou em mil coisas que se pudessem fazer, mas acabariam sempre por sobrar demasiadas uvas, a não ser claro, se eu fizesse geleia.
Já tinha provado geleia de uva algures no tempo, e tinha adorado, o difícil agora seria reproduzir essa geleia numa versão saudável.
Acabou por não ser assim tão complicado, a uva é naturalmente doce, não há necessidade de acrescentar mais, com paciência e cozinhando em lume brando conseguimos extrair toda a doçura necessária. No final, com as sementes de chia conseguimos a textura de geleia que procuramos.
É sem dúvida uma das geleias preferidas cá em casa, já repetida várias vezes nos últimos tempo. 


Geleia de uva
(rende um frasco)

600g de uvas
3 colheres de chá de sementes de chia
1 colheres de chá de stevia (opcional)


Coloque as uvas num tacho tapado e deixe-as a cozinhar em lume brando durante 20-30 minutos.
Durante o processo vá mexendo as uvas e com uma colher ou um garfo vá rebentando os bagos para que larguem todo o sumo.
Ao final deste tempo, apague o lume e rebente todos os bagos que faltarem rebentar.
Para descartar as cascas e as grainhas passe o sumo através de um passador de rede e vá esmagando com um garfo ou um pilão de modo a aproveitar o máximo que conseguir.
Nesta altura deve ter cerca de 250 ml de sumo.
Coloque o sumo sem grainhas e sem cascas de novo no tacho e volte a ferver com as sementes de chia durante 15 minutos, se desejar acrescente uma colher de stevia ou outro adoçante.
Retire do lume. Se quiser passe com a varinha mágica.
Coloque num frasco e deixe arrefecer.
Coloque no frigorífico, consuma dentro de 2 semanas.


Recipe in English

Sugar free grape jelly

4 cups grapes
3 teaspoons chia seeds
1 teaspoons stevia (optional)

Put the grapes in a covered pot and let them cook on a low heat for 20-30 minutes.
During the process stir the grapes and with a spoon or a fork go bunching the berries to drop all the juice.
 To discard the peels and the grains pass the juice through a network dowel and go crushing with a fork or a pestle to make the most of it.
Put the unsweetened juice in the pot again and boil it with the chia seeds for 15 minutes and, if you wish,  add a spoonful of stevia or another sweetener.
Remove from heat. If you want to go with the magic wand.
Put it in a jar and let it cool.
Put it in the refrigerator, consume within 2 weeks.



Beringelas no forno- o vídeo!

2 de outubro de 2018


A primeira vez que fazemos alguma coisa nunca esquecemos, pois não?
Não poderia esquecer a primeira receita que coloquei no blogue: fatias de beringela com molho de tomate.
Esta receita não só serviu para inaugurar o blogue como ainda hoje se mantém uma das mais confeccionadas cá em casa.
É deliciosa, super prática e daquelas comidas que podemos fazer em dose industrial porque fica bem aquecida ou congelada.


 É uma receita muito adaptável, podemos usar tofu ou requeijão, queijo de vaca ou queijo vegetal, pão ralado ou não. Servido com uma salada, este é um prato bastante completo e que pode ser consumido por qualquer um.
É por tudo isto que tinha que fazer um video desta receita, assim mostro o quanto é fácil fazer o meu prato favorito com beringelas.


Aqui podem ver o vídeo, e não se esqueçam de subscrever o canal do Youtube para ver esta e mais receitas!




Beringelas com molho de tomate
(Para 2 pessoas)

1 beringela cortada em fatias
azeite
sal
requeijão ou tofu esmagado q.b.
pão ralado q.b.
queijo ralado q.b.


Para o molho de tomate:
3 tomates
½ cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
azeite
oregãos
tomilho
sal
pimenta

Comece por cortar a beringela às fatias e colocá-las num recipiente com sal grosso durante 20 minutos. Desta forma não ficam amargas.

Entretanto faça o molho de tomate. Faço o meu de uma forma bem simples: junto tudo partido aos bocadinhos, sem refogar, e deixo cozinhar até estar apurado. Se necessário passo ligeiramente com a varinha mágica. No final acerto os temperos e junto os oregãos e o tomilho.

Acenda o forno a 180ºC.
Depois de estarem com sal 20 minutos, lavar bem as rodelas de beringela e secá-las com papel de cozinha. Pincelá-las com azeite e levar ao forno 15 minutos.

Num tabuleiro, colocar um pouco de molho de tomate, uma camada de beringelas e uma de requeijão/tofu esfarelado. Outra camada de molho de tomate, seguida de uma de beringelas e depois o tofu/requeijão. O número de camadas varia com o gosto de cada um. Terminar com queijo ralado (vaca ou vegan) e polvilhar com pão ralado.

Vai ao forno cerca de 20 a 30 minutos.

Servir com salada, caso esteja numa dieta baixa em hidratos de carbono ou simplesmente se quer uma refeição leve. Para os que preferem mais qualquer coisinha, sugiro massa salteada com alho e mangericão.